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10 janeiro, 2012

Talvez o fim.

Sente-se em uma decadência espiritual,
Carrega seu fardo em um caminho crucial,
Clama a Deus, mas parace que Ele tapou
Os seus ouvidos.

Chora, grita, clama e reclama.
Faz mais uma prece, não deixa de cantar
Só assim se alegrará. Busca a face de seu
Amado em meio à madrugada, mas não vê nada.

Seu coração aperta-se em meio à emoção.
Busca a paz em meio à solidão,
Mas encontra abrigo na escuridão.
E nesta negridão ficará como uma forma de
Castigo ao seu ser.

Deseja nunca mais ver a luz,
Nunca mais ver ou amar o sol,
A lua e tudo aquilo que conquistou,
Pega um isqueiro e ateia fogo em seu ser.
E nada mais haverá para se fazer.

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