Revirando a sua mente,
sente-se como não soubesse
de mais nada. Ou simplesmente
como nunca tivesse nada.
Concentra-se em encontrar
algum lugar em que possa se abrigar
e nada mais lhe importar.
Busca refugio para sua alma quebrantada,
mas ainda sente que nunca
achará nada. Pensa ser indigna de
qualquer favor que possa lhe socorrer.
Não busca esquecer.
Tenta viver.
A cada novo dia busca recomeçar,
como uma nova folha em branco
que tem para gastar. Faz valer cada
segundo em que seu ser for respirar.
E quando chegar a doce morte para
lhe buscar, apenas irá sem titubear.
Pois no final das contas é a morte a
única que ela esperava.

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